A Minha Rádio Podcast: Cowboy Cantor

segunda-feira, janeiro 31, 2005

Semana de Interrupção Lectiva

Hoje muitos professores, tal como eu, iniciaram mais uma semana de acções de formação. Estas actividades, convívios, encontros, jantares, plenários, e todas outras coisas que os professores fazem fora do contexto de sala de aula, fazem-me lembrar uma situação que se passou com um professora brasileira.
Perguntaram a esta professora do ensino secundário, quais as três melhores coisas de ser professor no Brasil. A resposta foi rápida, e maliciosa:
- Dezembro, Janeiro e Fevereiro.
Para os mais distraídos, estes são os três meses que equivalem ao Verão no Brasil.Numa altura em que os professores precisam mais de um curso de secretariado, do que propriamente de acções de formação, começo a acreditar que esta senhora, embora a brincar, estivesse a dizer a verdade.

Já agora, a minha acção de formação é "Saber Mais Sobre o Processamento de Texto Como Recursso Didático". Poderão alguns perguntar, mas se eu só professor de Educção Musical, porque é que me inscrevi numa acção de formação virada para o processamento de texto. E como é que posso tirar partido do processamento de texto, nas minhas aulas de Educação Musical? A outra opção era "Educação Ambiental".


quarta-feira, janeiro 26, 2005

Flagrante

Hoje, na última página do Açoriano Oriental, vem uma fotografia de uma cartaz do Partido Socialista que tem como título “Poluição visual”. A legenda completa que “ainda mal deixámos as eleições regionais e já está de volta a poluição visual com as legislativas nacionais”. Estava assim mesmo, sem mais vírgulas, nem pontos.
Não será falta de consciência apelidar de poluição visual um cartaz, que apenas cumpre um direito de uma associação política, e apela a um dever de todos os cidadãos? O dever que é votarmos. Não será cedo demais andarem a denunciar este partido por poluição visual, quando todos os outros farão o mesmo?
Já agora, parem com esta mania irritante e ridícula de dizer e escrever “timing”. Em português temos outras palavras mais bonitas, e mais concretas. “Dirigente máximo do CDS-PP condena o “timing” escolhido por Sampaio, bem como a agravante do discurso ter sido feito na Região”. O “timing” aqui significa o quê? Prazo? Altura? Momento? Oportunidade?Usar uma destas palavras portuguesas, evitava duas coisas. Uma era o uso de aspas, que num jornal não resulta muito bem graficamente, e a outra seria uma segunda leitura desta frase, para perceber se este “timing” é oportunidade, altura, prazo, momento, ou outra coisa qualquer. Para mim, é desleixo gramatical.

Benfica 3- Sporting 3

Não entrem em hipocrisias. Ninguém merecia perder este jogo. Nenhuma equipa foi melhor do que a outra. Gostaria de neste momento ser adepto de uma equipa que já estivesse fora da Taça de Portugal, para poder apreciar muito bem este jogo.
Mas, pensando bem, até que sou adepto de uma equipa que já está fora da taça. Bolas!

terça-feira, janeiro 25, 2005

De Peito Cheio

O Cowboy Cantor está de peito cheio. Está muito orgulhoso o rapaz. Descubram porquê aqui.

segunda-feira, janeiro 24, 2005

Declaração de Ódio

Lynddie England.Odeio esta mulher. Odeio-a com todas as forças que tenho. Odeio-a mais do que amo a minha vida. Odeio-a tanto, que nem consigo dizer o seu nome. Por tudo o que fez, esta mulher obriga-me a proibir-me de dizer o seu nome.
Gostaria não saber quem ela é. Gostaria de saber que ela nunca existiu. Gostaria de saber que nunca existirá outra igual a ela. Esta é uma das responsáveis por esta imagem que está aqui. Ou por esta aqui.Odeio-a.

quinta-feira, janeiro 20, 2005

Uma Aventura Na Recta

Esta, juro que nunca me aconteceu. Já vi viaturas em contramão nas rotundas. Já vi fazerem marcha atrás em auto-estradas. Já vi carros sem vidros, motociclistas a conduzir sem capacete. Até já vi uma rapariga a conduzir em biquini. Mas esta que vos vou contar, juro que nunca me aconteceu.
Foi em plena recta dos Fenais da Ajuda. Uma recta muito dada a velocidades.
Vinha eu a caminho de casa, no meu Volkswagen Polo, o único da Maia que consegue subir barreiras, dar uma cambalhota, e mesmo assim ficar com as rodas bem assentes no chão, quando vejo no mesmo sentido um outro carro em andamento mais lento. Pensamento lógico: “Acelerar mais um pouco, pisca para a esquerda, meter a quarta, e ultrapassar.” Qual não é o meu espanto, quando nas breves décimas de segundos em que liguei o pisca e meti a quarta, o condutor da outra viatura começou a acelerar, num desafio claro às capacidades do meu carro. Como sou um condutor simpático, acedi ao convite e meti a quinta.
Descobri então uma coisa: os Aixam andam a 60 quilómetros por hora, mas não andam a 80 quilómetros por hora.

segunda-feira, janeiro 17, 2005

Marcas

Não sou lamechas. Isto não. Sou sensível. Às vezes até demais. E só por isso vou escrever este texto, tudo bem explicadinho. Não estou com muito tempo, ainda vou à sessão das 18:30 ver o Ocean's Twelve, mas como amanhã, se calhar, já me passou a sensibilidade, prefiro escrever agora, do que não estar com o sentimento para estas coisas amanhã.
Hoje na Feteira Pequena (concelho de Nordeste), estava a acabar a minha aula das nove, com a turma do 2º e 3º ano, quando, como habitual, pus uma música para descansarmos de uma aula intensa de cantar e dançar. Estivemos ali durante 3 minutos a pensar não sei em quê. Mas foi bem visível que todos estavam a ouvir atentamente, e a pensar em seja lá o que for. Quando acabou, mantive alguns segundos de silêncio, e perguntei, num tom quase inaudível, para não perturbar quem ainda estava a saborear os momentos de silêncio que se seguem a uma peça musical: "Em que é que esta música vos faz pensar?". Depois de alguns segundos de novo silêncio, alguém, por sinal um dos mais irrequietos alunos de todo o concelho de Nordeste, responde, com toda a inocência e sensibilidade que há numa criança de 8 anos:"Oh professor, esta música faz-me lembrar aquela onda gigante, e aquelas pessoas todas deitadas na praia."
Não resisti. Emocionei-me um pouco. Tentei disfarçar. A coincidência foi terrível.
A música que tínhamos acabado de ouvir, de autoria da irlandesa Enya, tem o nome de "Watermark".

sexta-feira, janeiro 14, 2005

Acto de contrição

De novo o cowboy mais famoso do mundo. Não, não estou a falar do Cowboy Cantor (o irmão gémeo do Danialice). Estou a falar de George Bush. Agora o senhor presidente admitiu que tem dito algumas gafes ao longo destes anos todos em que tem tentado mandar no planeta. A estação de televisão ABC vai transmitir uma entrevista em que o Júnior vai admitir (isto é, admitiu, uma vez que a entrevista já foi gravada) que tem cometido alguns erros nas suas comunicações ao mundo (ele é que diz que são comunicação para ao mundo).
Os destaques, feitos pelo próprio, vão para “I want justice. I want him dead or alive!”. E também destaca esta expressão que só um homem de grande coragem poderá dizer: “Let them come!”. No primeiro caso, a referência é para Bin Ladden. No segundo, a referência é para a possibilidade de haver um contra-ataque do Iraque.
O próprio Bush Júnior admitiu que até a mulher já tem feito algumas reprimendas devido a tais baboseiras.
Há pessoas de quem eu tenho alguma compaixão. E mais do que ter compaixão por aqueles que votaram em George Walker Bush, tenho é compaixão pelo próprio, por não perceber que tem algumas lacunas na sua formação intelectual.
Força Bush. Já agora, não queres invadir o Ruanda?

quinta-feira, janeiro 13, 2005

Agora os Xutos

Ia eu abrir a página dos Xutos, para ver que planos têm os homens para comemorar o seu 26º aniversário, quando me deparo com esta. Em vez de um concerto, ou jantar com o clube de fãs, o Xutos decidiram fazer uma campanha de apoio às vítimas do maremoto na Ásia. Basta enviar uma mensagem, ou telefonar para o número 3141, que estamos a contribuir com €0,71 (142$00). E ainda podemos ganhar alguns prémios. Sim senhor, isto é que é uma atitude de comendadores.

p.s.- peço desculpa. Claro que não podemos telefonar para o número 3141. São só 4 dígitos. O número correcto para o qual poderemos telefonar é 760 10 13 26

quarta-feira, janeiro 12, 2005

E agora Sr. Bush?

Imaginem só. O exército norte-americano suspendeu hoje as buscas de armas de destruição maciça no Iraque.
As razões? Há provas de que no Iraque não há as tais armas. Obrigado José Manuel por apoiares um terrorista armado em justiceiro, e ainda por cima mentiroso.
Mais pormenores em www.lusa.pt No campo de pesquisa basta escreverem a palavra maciça, que aparece logo a ligação a esta notícia deveres surpreendente. Inesperada. Que nos apanha desprevenidos.

terça-feira, janeiro 11, 2005

Morais Mike Tyson em conferência na SIC Notícias

Apetece-me começar este artigo a partir louça:
Este Sarmento não percebe mesmo nada de nada (será que estou a ofender a honra de alguém ao dizer "não percebe nada"?).
Quando um povo precisa de uma explicação, não se marca uma conferência de imprensa para dizer que se pôs o lugar à disposição. Quando um país precisa de uma explicação, não se marca uma conferência de imprensa para apenas dizer o que se fez. Esta conferência, se fosse feita por alguém com categoria para ser governo, seria uma oportunidade nobre para o Ministro Morais Sarmento explicar porque é que foi a São Tomé e Príncipe num voo fretado, e não num voo comercial. O que o homem veio dizer a respeito do propósito da viagem, foi o que toda a gente já sabia. Faltou explicar o porquê de usar um voo fretado, e não um comercial. Faltou a explicação a respeito dos custos totais da viagem.
Enfim, este foi mais um tempo de antena, em que o ministro mais não fez do que defender a sua honra (?) enquanto ministro.
Triste foi ouvir as primeiras palavras do Pires de Lima à Antena1: "Antes de mais nada, gostaria de aproveitar esta oportunidade que a Antena1 me dá, para mandar um abraço ao meu amigo Nuno Morais Sarmento."
Ai, só me apetece é dizer, citando Duarte Ponte, "até amanhã, boa noite"!

segunda-feira, janeiro 10, 2005

Amaldiçoo a sina de vivermos na ilusão de que se todos nós colaborarmos, viveremos num mundo melhor. Amaldiçoo a sina de um dia percebermos que o Natal não é só presentes. Amaldiçoo o dia em que percebi que o Pai Natal foi o mais belo segredo que os meus pais me guardaram. Amaldiçoo a triste sina de ter amigos, e depois me separar deles. Amaldiçoo a sina de amar, e não estar com quem amo.
Amaldiçoo a Natureza que me fez criança, e deixou-me crescer.
Abençoo o dia em que percebi que o Natal é essencialmente amor. Abençoo o dia em que percebi que devido a um grande amor, os meus pais sempre se preocuparam em me oferecer o melhor pelo Natal. Abençoo as memórias de momentos de alegria com os meus amigos. Abençoo este sentimento que é amar.
Abençoo o dia em que percebi que já não sou uma criança feliz, e sou um adulto a lutar pela minha felicidade.

sexta-feira, janeiro 07, 2005

Fogo M'Abrase 2

Na sequência da notificação de Nuno Barata, no blog fogotabraze, a respeito do Danialice, várias têm sido as pessoas que têm comentado o facto de eu ter um blog. Várias têm sido as pessoas que me têm saudado por tal facto. Várias têm sido as pessoas que confessaram estar à espera de um blog de meu pai.
Enquanto o blog do meu pai não aparace, fica aqui um mensagem do próprio Daniel dirigida a três das pessoas que andam a comentar o Danialice, e o seu autor (eu).


Comentando os comentários
Do João Nuno:
Bem, se o que escreveste é um elogio a mim, agradeço; se é depreciando o Rodrigo, estás condenado! Lembra-te de que Cristo disse que devemos amar-nos todos como irmãos, e há mais de seis mil milhões de pessoas no Mundo, enquanto que filho só tenho este.

Do Nuno Barata:
Ainda gostava de ter contigo uma discussão (civilizada, claro) como as que tive com o meu saudoso amigo José Nuno de Almeida e Sousa. Fizemos parte da mesma comissão da Assembleia Regional, a dos Assuntos Económicos e Financeiros, imagina! Mas fica para outra oportunidade. Deixo-te, porém, uma pequena caricatura nos versos possíveis (que me perdoe o querido Emanuel Félix por lhe plagiar “a viagem”).
Corisco bem amanhado,
Num choque electrocutado,
Peixe fora do cardume:
Não há fogo que te abrase,
Nem um raio que te arrase
– Lume não pega no lume.


Do dsousa
Com que então, cova dos leões? Referes-te ao Alvalade XXI ou ao episódio bíblico do meu homónimo profeta? Ou aos dois? Sinto-me à vontade em qualquer dos recintos. Com a vantagem talvez para o segundo, onde os anjos não vestiam de preto (ou cor-de-rosa) nem tinham um apito na boca.
Talvez aceite o desafio. E prometo não estar fora-de-jogo ou, numa linguagem popular, não fazer arrenúncias. Gosto de jogar com as cartas que tenho, mas prefiro saber quem enfrento.

(Um abraço aos três.)
Daniel de Sá

quinta-feira, janeiro 06, 2005

Visão anual

Já está disponível no sítio da Visão uma revisão sobre o trágico-cómico ano de 2004.

Esta loura é burra?

A Ministra da Educação, Maria do Carmo Seabra, afirmou não ser interessante a sua presença no parlamento para falar sobre a auditoria feita ao concurso de professores (a palhaçada que este concurso foi) para este ano lectivo. Afirmou que não era um assunto interessante de se debater no parlamento.
ESTA MULHER É TOLA! (não consigo comentar de outra maneira).

quarta-feira, janeiro 05, 2005

Fogo M'Abraze

Este meu espaço foi noticiado no blogue fogotabraze. Recebi algumas mensagens de apoio. A todos, mas principalmente ao responsável pelo "fogotabraze", Nuno Barata, comentador do programa Choque de Gerações, e filho da Maia, mando um abraço de agradecimento. Também às outras pessoas que fizeram comentários a dar-me força nesta fase inicial do Danialice, um muito obrigado.

A Terra Tremeu

A terra tremeu.
Prevejo que os serviços informativos das rádios e televisões irão noticiar com muito ênfase mais um este feito açoriano. Não é todos os dias que há um tremor de terra português.
Os jornais nacionais de amanhã irão trazer mais uma notícia de primeira página relacionada com os Açores. Só assim se ouve falar dos Açores em Portugal continental. Quando há pequenas (e repito, pequenas) crises sísmicas, ou quando o Pauleta marca um golo pela selecção, que afinal é a selecção do Douro, de Trás-Os-Montes, da Beira Alta, da Beira Baixa, da Estremadura, do Algarve, do Alentejo, da Madeira, dos Açores, das comunidades emigrantes. Porque somos o mesmo país. Mas às vezes esquecem-se.

terça-feira, janeiro 04, 2005

domingo, janeiro 02, 2005

Indignação (parte 1)

Parei durante alguns dias o meu blog. Gostaria de voltar com um balanço de 2004, mas está difícil sair alguma coisa. Entretanto, escrevo para dar conta de duas indignações que me assaltaram o pensamento ontem, logo no primeiro dia do ano.
Foi notícia de primeira página, no Açoriano Oriental, o facto de que dentro de poucos dias, o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) irá retirar a redução de 50% de taxa no transporte de jornais, revistas, livros e equipamento braile, para os Açores. Desta forma, a taxa terá de ser paga por completo por parte das empresas responsáveis pela distribuição dos artigos referidos, sendo que, necessariamente, tudo será mais caro (ainda mais caro). Ora esta notícia deixou-me um pouco confuso das ideias. Primeiro porque, e com todo o respeito pela jornalista que redigiu a notícia, a apresentação da notícia está muito confusa. O próprio texto está muito confuso. Há inúmeras repetições de conteúdo. Há frases inconclusivas, e há paragráfos que tive de ler três ou quatro vezes para conseguir perceber o que é que a jornalista queria dizer. Segundo, fiquei confuso, porque todos se contradizem. É aquela história do "eh pá e tal", não é bem assim... Eh pá, é. Eh pá, já não é". Bom, vamos lá ver se nos entendemos: ou é, ou não é.
Terceiro, fiquei confuso (muito confuso) porque a tarifa para a Madeira vai continuar a ser reduzida.
A mim não me interessa saber se é o Governo Regional que manda nesta tarifa. Não me interessa saber se é o Governo da República que manda. Não me interessa saber se é o INAC, ou mesmo se é o Presidente da República, ou o Primeiro Ministro, ou até o João Jardim. A mim o que me interessa é o que eu acho a respeito de haver uma tarifa suficientemente alta que nos obrigue a pagarmos mais por um livro, ou por um jornal publicado em Portugal, só porque o estamos a comprar no Açores. E o que eu acho, é que isto tudo é uma estupidez, que não faz sentido nenhum. Somos ou não somos Portugal?

Indignação (parte 2)

A outra indignação, mas esta um pouco menos séria, está relacionada com a reportagem sobre a passagem de ano no Casino Estoril, que vi na TVI (sim, é verdade, ontem vi o Jornal Nacional, mas não foi em casa). Tudo estava relacionado com o concerto da banda de jazz do Woody Allen no Casino. Apareceram algumas personalidades a falar, todas devidamente identificadas em rodapé. Apareceu a estilista Fátima Lopes, o cantor Fernando Tordo, o director do casino, e organizador da festa, o actor Júlio César, alguns políticos e outras personalidades públicas. Todas estas pessoas bem identificadas, como disse. Até apareceram alguns ilustres anónimos que tinham os 500 euros para pagar o bilhete. Estes anónimos, deixaram de o ser quando apareceram os seus nomes em rodapé. Mas, e quase no fim da reportagem, apareceu uma pessoa que a TVI achou que era de tal forma importante para Portugal, que não era necessário pôr o seu nome em rodapé. Estou a falar da Maria Alice. Aliás, e como é mais conhecida por todos nós, Lili Caneças.
Não sei se foi de propósito, ou não. Mas é uma coincidência dos diabos, e revela bem o espírito deste canal que se sente todo orgulhoso de ser o mais visto em Portugal. Eu também me sentiria orgulhoso se o nível de boa cultura de Portugal fosse equivalente lixo cultural televiso.