A Minha Rádio Podcast: Cowboy Cantor

sexta-feira, novembro 30, 2007

O Junior e a Paz


Bruce Willis, no papel de Korben Dallas, em The Fifth Element, tem uma cena em que promete a negociação pela paz com os soldados do lado mau. Ele negociou sim senhor. Pôs-se frente a frente com o chefe dos maus, e disparou contra a cabeça dele.

A diferença é que, para além de Bruce Willis ser um grande actor, muito melhor do que o Bush Junior, Korben Dallas era um verdadeiro herói cheio de coragem.
(fotografia e notícia via JNAS no :ilhas)

quinta-feira, novembro 29, 2007

Está Vivo

O koala está vivo, mas garanto pela minha saúde mental que nunca passou pelo Danialice, apesar do que diz o Manel. No entanto, ele lá o encontrou e fez questão de mostrar a toda a gente que o koala está vivo. Olha para ele aqui tão riquinho.

domingo, novembro 25, 2007

O Meu Primeiro Presépio


É horrível. Para além de faltar um mês para o Natal, hoje era o segundo dia do fim-de-semana em que a função pública acabou de receber o vencimento de Novembro.
Já se sabe: centro-comercial a abarrotar. O super-mercado parece a Feira da Ladra às 5:30.
Aqueles metros quadrados de lojas tornam-se no salvador de uma sociedade cada vez mais consumista. Uma sociedade que não percebe que tanto faz receber no dia 22, como no dia 1. Temos sempre os mesmos 30 dias para gastar, usar, abusar, estoirar, ou simplesmente poupar o nosso vencimento.
Por falar em salvador: ainda há quem saiba que o Natal é o nascimento do Salvador? Ainda há quem ensine que o Natal é Jesus, amor e família?
Há metros e metros de lojas decoradas com artigos de Natal. Nada de Sagrada Família, Jesus, gruta, anjo Gabriel, nem nada.
O Natal é primeiro que todo o meu primeiro presépio, que acabei de comprar para ir começando a enfeitar a minha casa. É verdade, há quem ainda não saiba, mas não cheguei a ir dar aulas para o Faial. Consegui ficar em S. Miguel, e desfrutar da minha casa na Fajã de Cima, comprada no Verão.
O Natal, o meu Natal, é acima de tudo a minha família, os meus amigos, a Missa do Galo (este ano é o ano de ser o meu coro a tocar na Missa do Galo da Maia).
Não posso deixar de enfeitar a minha casa com o presépio, com a árvore e com o resto. E este ano, da maneira que as coisas estão na escola, tenho de aproveitar qualquer hora livre que tenha para poder preparar o Natal cá em casa.
Comecei hoje, com a ajuda da Maura, por comprar o meu primeiro presépio (1€ no hiper). Durante a semana está prometido mais umas comprinhas para a casa, porque a partir da próxima semana é a doer o final de período: testes, correcção, entrega, notas, reuniões, actas. Enfim…
Venha o dia 14 de Dezembro.

(créditos para a fotografia e para a montagem do presépio para a Maura)


sábado, novembro 24, 2007

Aniversário

O Cowboy lembrou-se, e o Delfos também.

sexta-feira, novembro 23, 2007

Onde Está o Koala?

Ontem à noite. Praia dos Moinhos, Porto Formoso. Café “Os Moinhos” (o qual se orgulha, e posso concordar, de ter o melhor hambúrguer dos Açores, num teste realizado pela Pro Teste).
O meu pai, a minha mãe, o meu primo Álvaro e a minha Maura, mais o José Soares, um senhor e sua senhora que trabalham na R.D.P., que não sei os seus nomes, e o Manuel Sá Couto.
Conversa sobre livros, política, jornais, e chega à mesa os blogs:
- Oh Manel, tens a certeza que o teu contador de visitas ao blog está a trabalhar correctamente?
- Eh pá, acho que sim… É verdade, Rodrigo (e vira-se o Manuel Sá Couto para mim), onde é que foste arranjar aquele koala que tens no teu blog?
Koala? Qual koala? Alguém já viu por aqui algum koala? No Cowboy Cantor? Alguém já viu por lá alguma coisa? O Manuel garantiu-me que até o pôs no seu blog, com ligação ao meu.
Era já uma da manhã. Das duas uma, ou o Manuel Sá Couto teve um ataque momentâneo de loucura, ou eu é que estava tão cansado que não consegui perceber qual era o koala. De qualquer forma, alguém sabe onde para o koala?

segunda-feira, novembro 19, 2007

Cover: Já Sei que Raio de Palavra é Esta

Nada como pensar, discutir, debater e reflectir. Sou homem de reagir a quente em certas situações. Homem de impulsos.
Depois de ter publicado o texto “Música Cover: Que Raio de Palavra é Essa?”, e de ter recebido uma resposta do João Nuno, conhecido nas lides bloguísticas como o JNAS, estive a pensar no sentido da palavra e o porquê da sua utilização a propósito de um artista que interpreta uma canção que não é sua, numa versão diferente. E realmente, “cover”, apesar da ser uma palavra inglesa, adequa-se.
Porquê? Agora, vou eu fazer o outro papel. O de advogado de defesa.
Se pensarmos num jornalista que vai cobrir um acontecimento, por mais objectivo que seja, a cobertura do acontecimento acaba sempre por ser uma versão própria.
Portanto, em português “cobertura”, “cobrir”. Em inglês, “cover”, “to cover”.
Sim, eu admito: não sabia mais do que estes adultos, por exemplo, mas agora sei.
Continuo a preferir a usar palavra portuguesa “versão”, mas já não vou achar assim tão estranho quando alguém se referir ao que Freddy Mercury fez com “The Great Pretender” como sendo uma “cover” (lembrei-me deste, porque na próxima Quinta- Feira, dia 22 vai fazer 16 anos que morreu. Não é verdade, Sérgio?).
A propósito, aquilo que os Black Eyed Pees fizeram em "Pump It", não é uma versão, ou "cover". É um crime público. É o assassínio do grande clássico que é "Misirlou".

Português in In concreto

A propósito do que disse aqui e aqui, é com muita alegria que reparo que não sou o único. Só é pena o acento inclinado para o lado contrário. Mas este In concreto tem o meu apoio.

sábado, novembro 17, 2007

Podcast de Volta

Voltei às emissões do podcast, com música legal e tudo. Até alguns artistas me têm escrito a dizer que agradecem que eu uso a música deles nas minhas emissões.
Já sabem onde encontrar o primeiro podcast açoriano (ainda serei o único a fazer podcasts nos Açores?).

Transferência directa da 22ª emissão aqui
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Comentem aqui (correio electrónico) ou aqui (Lusocast) ou aqui (blog)

quinta-feira, novembro 15, 2007

Primeira Competência: usar correctamente e valorizar a Língua Portuguesa

Porque uma das competências de tenho que desenvolver nos meus alunos é o uso correcto da Língua Portuguesa e gosto pela mesma, recuso-me a usar palavras como “download”, “upload”, “e-mail”, “browser”, “timing”, “penalty”, e outras que tais. Para tal, uso as palavras que fui aprendendo em português: transferência, envio, correio electrónico, explorador, prazo ou tempo, grande penalidade.
Isto a propósito do uso corrente da palavra “cover”, quando se fala de música.
Uso corrente e por vezes incorrecto.
Descubram porquê aqui (onde havia de ser?).